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Já imaginou a seguinte situação: você compra um carro novo, 0 km, e enquanto está tranquilo passeando com ele passa por uma das ruas esburacadas da cidade. A suspensão quebra e você está a 30 km de casa! Como proceder?

É para essas e outras, muitas outras, situações de trânsito que há seguros de carro. Ninguém acha que eles são completamente desnecessários, mas o preço pode parecer um pouco salgado e o dono do carro prefere se arriscar. Mas pode acabar saindo ainda mais caro. Um seguro de carro nada mais é que a preferência pelo mal menor: melhor pagar e não usar do que não pagar e precisar.

Características do seguro de carros.

O seguro nada mais é do que um pagamento mensal para uma empresa que se encarregará de socorrê-lo financeira e praticamente em situações de trânsito que comprometam o veículo. Além disso, serve para prevenir perdas com roubos, por exemplo.

O seguro é calculado de diferentes formas, mas o padrão é o seguinte: é levado em conta tudo que interesse sobre o dono do veículo, desde a idade dele, seu sexo e seu histórico como motorista. Motoristas mais jovens pagam, via de regra, um seguro maior, pois estatísticas mostram que com este tipo de motorista há mais chances do seguro ser acionado.

Nunca minta para o seguro Um seguro de carro é, também, um contrato de confiança. Quando se paga o plano as perguntas feitas a seu respeito visam enquadrá-lo melhor em uma faixa de preço, como a existência de outros motoristas, a idade destes, etc.

Nunca, em hipótese alguma, sinta-se tentado a esconder alguma informação do seguro. O motivo é simples: caso o que foi omitido tenha relação com a cobertura do seguro em um caso específico, o seguro pode descobrir e eximir-se de responsabilidade. Aí a conta vai toda para suas mãos, não importando se você o paga o seguro de seu carro em dia. Afinal, você os enganou para pagar menos, eles têm o direito de não ressarci-lo.